THE FILM IS AN EXCITING AND SENSITIVE JOURNEY WITH A UNIQUE AND EXPERIENCED GUIDE.

Trailer

SYNOPSIS

A TRIP TO JAPAN WITH SIX-TIME PARALYMPIC MEDALIST

ANTÔNIO TENÓRIO

Antônio Tenório and the Brazilian Paralympic Team are invited to a rare training camp in Japan.
Passing through the main temples of Judo, our visually impaired athletes face the many challenges of training in an unknown country.
The encounter with their Japanese hosts generates strangeness and difficulties, but also discoveries and joys.
Step by step, these situations strengthen our athletes, who find themselves increasingly united.
Led by the charisma and sensitivity of champion Tenório, a new generation of judo is revealed and inspired.

 



CHARACTERS

STILL PHOTOS

ARTS

Design: @casa6d

''Devorei o filme, lindo demais! Parabéns a toda a equipe, que história linda!''

Artista Plástico
Saquarema, RJ

Playlist

GET IN THE MOOD.

Tecla Music has created a playlist especially for our premiere.

"AT THE HEART OF EVERY GREAT CHANGE, THERE IS AN AMAZING HUMAN BEING"

Tenório and the Dreams of Judo is the opportunity to work together to tell the story of this amazing human being
through emotion and empathy, where change and connection are most transformative. To tell Tenório's story
is to open the way for more stories to be told and for a new future to have room to grow.

COMMERCIAL

Dreams of Judo brings a unique, intimate, and
unprecedented story. Tenorio's journey on Japanese
soil sheds light on friendship, empathy, and inspiration.

Learn how a brand can be a part of it, contact us.

Press Area

kkk

"TENORIO AND JUDO DREAMS" IS

A HUMAN AND SOCIAL PROJECT, WHICH GENERATES KNOWLEDGE AND EMPATHY ABOUT A SURPRISING PORTION OF SOCIETY.

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DIRECTOR AND PRODUCER

EDUARDO HUNTER MOURA

EXECUTIVE PRODUCER

Mariana Bentes

COMMERCIAL

Sergio Percope

(11) 98488-9999

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Antônio Tenório é o guia cego e experiente de uma seleção jovem e inspiradora. O premiado judoca paralímpico encontra-se em uma nova fase da vida. Com a carreira já consolidada e com seu nome gravado na história do esporte, seu objetivo agora é dar continuidade a sua coleção de medalhas e mais que isso, levar seu time junto com ele.

Quem treina ao seu lado sabe que está treinando com uma lenda do esporte. Ainda assim, é de maneira modesta que ele se relaciona com a seleção, trocando experiências, incentivando e sempre lembrando que no esporte nada está ganho. No caminho suave do judô Tenório vai construindo sua jornada inspirando os jovens atletas que sonham ansiosamente com a primeira ou segunda Paralímpiada.

A ansiedade da jovem seleção se contrapõe à paciência de Tenório. Com o tempo, ele aprendeu a ouvir as limitações do corpo, sabendo quando parar para seguir mais adiante depois. Aprendeu quando deixar as estratégias do grupo para seguir a sua própria. E principalmente, aprendeu a respeitar o oponente. Na troca de forças do Judô, reconhecer e agradecer o adversário é regra básica. Quando um não quer, dois não brigam. É preciso convidar e conduzir o adversário para dança.

Em Tenório e Os Sonhos de Judô, Tenório visita o berço do judô para seguir seu eterno processo de aprendizado. É nessa constante pesquisa que ele ajuda a construir a história do Judô, se renovando e se refazendo com o esporte. Mais do que uma história de superação, a história de Tenório se constrói como uma história de renovação constante, de como se manter inspirado pela vida, de como se relacionar bem com o outro, de como respeitar as diferenças.

Rebeca Silva é a influencer do time. Uma das mais novas do grupo, ela é figura ativa nas redes sociais, e com um discurso firme e consciente cria um conteúdo que inspira atletas e aspirantes. Com muito bom humor, compartilhou nas redes sociais sua história em uma série de vídeos com relatos emocionantes e engraçados ao lado de sua família. 

Com apenas 20 anos, foi medalha de ouro na Copa do Mundo de Judô em 2018 no Cazaquistão, e prata nos Jogos Mundiais e no Parapan de 2019. Classificada como B3 (baixa visão; sem definição de imagens), Rebeca nasceu com uma doença degenerativa hereditária que afeta a retina. 

Iniciou no arremesso de peso, onde teve bastante destaque, mas não era feliz até que um professor sugeriu que a mesma buscasse aulas de judô. Foi amor à primeira vista e é esse amor que a mantém firme no caminho de conquistar o maior sonho de sua carreira: representar o Brasil em uma Paralimpíada.

Metade carioca e metade paraibano, Wilians Araújo coloca medo ‘’até em quem enxerga’’. Perdeu a visão em um acidente com uma espingarda quando tinha dez anos. Naquela época, foi ele que consolou o pai: ”não vou me lamentar pelo que eu perdi. Eu vou ser feliz com o que restou.” 

Passou pelo futebol e pela natação, mas foi pelo judô que ele se apaixonou. Ainda na infância começou ganhando campeonatos e conquistando o ouro nas paralimpíadas escolares. Hoje, medalhista paralímpico na categoria de peso 100+, Wilians coleciona títulos internacionais e é um dos maiores atletas do mundo – ficando em primeiro lugar no ranking mundial em 2017. No meio de tanta competição ainda sobra tempo para compartilhar o que aprendeu: Wilians desenvolve um trabalho de base treinando crianças deficientes visuais no Instituto Benjamin Constant. 

Luan Pimentel é um sul-mato-grossense de apenas 21 anos, extremamente dedicado e detalhista. Luan está classificado como B3 (baixa visão; sem definição de imagens) e já conquistou a medalha de ouro do 2020 IBSA Judo American Championship, considerado o Parapan-Americano da modalidade para atletas com deficiência visual. 

Para chegar até o tatame onde começou a treinar em Campo Grande, Luan enfrentava uma hora e meia de ônibus saindo de Camapuã, cidade onde nasceu. “Desde o primeiro dia que eu fiz uma aula eu falei: me sinto muito bem aqui.” 

Com o adiamento das Paralímpiadas, Luan tem desenvolvido técnicas e conceitos que mesclam Judô e Jiu-Jitsu e compartilhado seus aprendizados com colegas de treino.

 

Para se preparar para os Jogos de Tóquio em meio a uma pandemia, Núbea adaptou sua casa: arrastou o sofá e improvisou um tatame no meio da sala. Para praticar os golpes, nem sempre o espaço do apartamento dá conta e é preciso treinar no corredor do prédio. Os vizinhos observam curiosos, mas todos parecem entender:

Núbea precisa se preparar para o próximo grande desafio da sua vida – a sua primeira paralimpíada.
Núbea já foi nadadora profissional, mãe e agora judoca paralímpica. Em 2014 nasceu seu filho Nicolas e em 2015 Núbea começava uma trajetória totalmente nova no esporte. Agora ela luta por ela e pelo seu filho. “Na vida, a gente precisa saber se reinventar”.

Entrou na faixa branca, mas hoje, seis anos depois, Maria Núbea é a 20ª colocada do ranking mundial até 52 kg na categoria B2 (enxerga percepção de vultos) – e está dando
tudo de si para conquistar sua primeira medalha Paralímpica no judô.

Do menino excluído no colégio à revelação da Seleção Brasileira em 2019. Thiego Marques aprendia a lidar com sua deficiência visual quando encontrou o judô, aos 12 anos. Depois disso sua vida mudou e ele fez amigos no esporte.
De lá pra cá já conquistou medalha de Ouro no ParaPan-Americano de Jovens em 2017 e prata em um campeonato no Canadá em 2018.

Arthur Silva comeu muito feijão com arroz para chegar onde chegou – é bicampeão pan americano, medalha de bronze nos mundiais de 2019 e treina ao lado do campeão Antônio Tenório, compartilhando o sonho de uma medalha nos Jogos de Tóquio.

Arthur está na categoria B1 (cego total). Ele se orgulha de ser um dos mais competitivos da seleção – além de ser o tradutor não oficial nas viagens internacionais. Sua luta, ele conta, não termina quando ele sai do tatame ou da competição: “O atleta cego é atleta o dia inteiro.”

Assim como outros colegas, treinou junto com a esposa para não perder o ritmo durante o isolamento social e é com sangue nos olhos que segue rumo às Paralimpíadas.

Competindo escondido da família ela ganhou o título brasileiro pela primeira vez. Começou no judô aos 15 anos e desde então sentia que alguma coisa diferente acontecia quando ela pisava no tatame. Tentou outros projetos, mas acabou vestindo o kimono novamente. “Foi como voltar para casa”.

Essa é Lúcia Teixeira, hoje com 39 anos, judoca da seleção paralímpica na categoria B3 (vê com alguma definição de imagem) e medalhista de prata nos Jogos do Rio 2016. Lúcia nasceu com toxoplasmose e sempre conviveu com baixa visão, mas foi no caminho suave do judô que encontrou forças para viver seus sonhos.

Hoje ela se destaca na seleção brasileira e não precisa mais esconder sua paixão. Encontrou outras paixões para somar: se tornou mãe. Desde então tem sido mais difícil se distanciar da família para competir. Para os Jogos de Pequim chegou a ficar cinco meses longe da filha, mas durante o isolamento social tem encontrado uma chance de passar mais tempo perto da família.