O filme é uma jornada emocionante e sensível, com um guia único e experiente.

Trailer

Sinopse

Uma viagem ao Japão com o seis vezes medalhista  paralímpico
Antônio Tenório

A viagem do carismático Antônio Tenório ao Japão começa como uma investigação sobre a incrível longevidade do campeão cego – seis vezes medalhista paralímpico – e se torna uma jornada íntima de descobertas para ele e a jovem Seleção Paralímpica Brasileira de Judô.

Em sua jornada, eles serão desafiados pelo impressionante Time Japonês. Unidos pelas deficiências em comum, brasileiros e japoneses aprendem a não ser definidos pelas suas limitações físicas e juntos celebram um senso de pertencimento.

PERSONAGENS

FOTOS STILL

ARTES

Design: @casa6d

''Devorei o filme, lindo demais! Parabéns a toda a equipe, que história linda!''

Artista Plástico
Saquarema, RJ

Playlist

Entre no clima.

A Tecla Music criou uma playlist especialmente para nosso lançamento.

"No coração de toda grande mudança, tem um ser humano incrível"

Tenório e os Sonhos de Judô é a oportunidade de  trabalharmos juntos para contar a história desse ser  humano incrível pela emoção e pela empatia, onde a  mudança e a conexão são mais transformadoras. Contar a história do Tenório é abrir caminho para que mais  histórias sejam contadas e que um novo futuro tenha  espaço para crescer.

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Sonhos de Judô traz uma história única, íntima e inédita.
A jornada de Tenório em solo japonês ilumina eixos de superação, amizade, empatia e inspiração.

Saiba como uma marca pode fazer parte, entre em contato conosco.

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"Tenório e os Sonhos de Judô" é um projeto humano e social, que gera conhecimento e empatia sobre uma parcela surpreendente da sociedade.

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Antônio Tenório é o guia cego e experiente de uma seleção jovem e inspiradora. O premiado judoca paralímpico encontra-se em uma nova fase da vida. Com a carreira já consolidada e com seu nome gravado na história do esporte, seu objetivo agora é dar continuidade a sua coleção de medalhas e mais que isso, levar seu time junto com ele.

Quem treina ao seu lado sabe que está treinando com uma lenda do esporte. Ainda assim, é de maneira modesta que ele se relaciona com a seleção, trocando experiências, incentivando e sempre lembrando que no esporte nada está ganho. No caminho suave do judô Tenório vai construindo sua jornada inspirando os jovens atletas que sonham ansiosamente com a primeira ou segunda Paralímpiada.

A ansiedade da jovem seleção se contrapõe à paciência de Tenório. Com o tempo, ele aprendeu a ouvir as limitações do corpo, sabendo quando parar para seguir mais adiante depois. Aprendeu quando deixar as estratégias do grupo para seguir a sua própria. E principalmente, aprendeu a respeitar o oponente. Na troca de forças do Judô, reconhecer e agradecer o adversário é regra básica. Quando um não quer, dois não brigam. É preciso convidar e conduzir o adversário para dança.

Em Tenório e Os Sonhos de Judô, Tenório visita o berço do judô para seguir seu eterno processo de aprendizado. É nessa constante pesquisa que ele ajuda a construir a história do Judô, se renovando e se refazendo com o esporte. Mais do que uma história de superação, a história de Tenório se constrói como uma história de renovação constante, de como se manter inspirado pela vida, de como se relacionar bem com o outro, de como respeitar as diferenças.

Rebeca Silva é a influencer do time. Uma das mais novas do grupo, ela é figura ativa nas redes sociais, e com um discurso firme e consciente cria um conteúdo que inspira atletas e aspirantes. Com muito bom humor, compartilhou nas redes sociais sua história em uma série de vídeos com relatos emocionantes e engraçados ao lado de sua família. 

Com apenas 20 anos, foi medalha de ouro na Copa do Mundo de Judô em 2018 no Cazaquistão, e prata nos Jogos Mundiais e no Parapan de 2019. Classificada como B3 (baixa visão; sem definição de imagens), Rebeca nasceu com uma doença degenerativa hereditária que afeta a retina. 

Iniciou no arremesso de peso, onde teve bastante destaque, mas não era feliz até que um professor sugeriu que a mesma buscasse aulas de judô. Foi amor à primeira vista e é esse amor que a mantém firme no caminho de conquistar o maior sonho de sua carreira: representar o Brasil em uma Paralimpíada.

Metade carioca e metade paraibano, Wilians Araújo coloca medo ‘’até em quem enxerga’’. Perdeu a visão em um acidente com uma espingarda quando tinha dez anos. Naquela época, foi ele que consolou o pai: ”não vou me lamentar pelo que eu perdi. Eu vou ser feliz com o que restou.” 

Passou pelo futebol e pela natação, mas foi pelo judô que ele se apaixonou. Ainda na infância começou ganhando campeonatos e conquistando o ouro nas paralimpíadas escolares. Hoje, medalhista paralímpico na categoria de peso 100+, Wilians coleciona títulos internacionais e é um dos maiores atletas do mundo – ficando em primeiro lugar no ranking mundial em 2017. No meio de tanta competição ainda sobra tempo para compartilhar o que aprendeu: Wilians desenvolve um trabalho de base treinando crianças deficientes visuais no Instituto Benjamin Constant. 

Luan Pimentel é um sul-mato-grossense de apenas 21 anos, extremamente dedicado e detalhista. Luan está classificado como B3 (baixa visão; sem definição de imagens) e já conquistou a medalha de ouro do 2020 IBSA Judo American Championship, considerado o Parapan-Americano da modalidade para atletas com deficiência visual. 

Para chegar até o tatame onde começou a treinar em Campo Grande, Luan enfrentava uma hora e meia de ônibus saindo de Camapuã, cidade onde nasceu. “Desde o primeiro dia que eu fiz uma aula eu falei: me sinto muito bem aqui.” 

Com o adiamento das Paralímpiadas, Luan tem desenvolvido técnicas e conceitos que mesclam Judô e Jiu-Jitsu e compartilhado seus aprendizados com colegas de treino.

 

Para se preparar para os Jogos de Tóquio em meio a uma pandemia, Núbea adaptou sua casa: arrastou o sofá e improvisou um tatame no meio da sala. Para praticar os golpes, nem sempre o espaço do apartamento dá conta e é preciso treinar no corredor do prédio. Os vizinhos observam curiosos, mas todos parecem entender:

Núbea precisa se preparar para o próximo grande desafio da sua vida – a sua primeira paralimpíada.
Núbea já foi nadadora profissional, mãe e agora judoca paralímpica. Em 2014 nasceu seu filho Nicolas e em 2015 Núbea começava uma trajetória totalmente nova no esporte. Agora ela luta por ela e pelo seu filho. “Na vida, a gente precisa saber se reinventar”.

Entrou na faixa branca, mas hoje, seis anos depois, Maria Núbea é a 20ª colocada do ranking mundial até 52 kg na categoria B2 (enxerga percepção de vultos) – e está dando
tudo de si para conquistar sua primeira medalha Paralímpica no judô.

Do menino excluído no colégio à revelação da Seleção Brasileira em 2019. Thiego Marques aprendia a lidar com sua deficiência visual quando encontrou o judô, aos 12 anos. Depois disso sua vida mudou e ele fez amigos no esporte.
De lá pra cá já conquistou medalha de Ouro no ParaPan-Americano de Jovens em 2017 e prata em um campeonato no Canadá em 2018.

Arthur Silva comeu muito feijão com arroz para chegar onde chegou – é bicampeão pan americano, medalha de bronze nos mundiais de 2019 e treina ao lado do campeão Antônio Tenório, compartilhando o sonho de uma medalha nos Jogos de Tóquio.

Arthur está na categoria B1 (cego total). Ele se orgulha de ser um dos mais competitivos da seleção – além de ser o tradutor não oficial nas viagens internacionais. Sua luta, ele conta, não termina quando ele sai do tatame ou da competição: “O atleta cego é atleta o dia inteiro.”

Assim como outros colegas, treinou junto com a esposa para não perder o ritmo durante o isolamento social e é com sangue nos olhos que segue rumo às Paralimpíadas.

Competindo escondido da família ela ganhou o título brasileiro pela primeira vez. Começou no judô aos 15 anos e desde então sentia que alguma coisa diferente acontecia quando ela pisava no tatame. Tentou outros projetos, mas acabou vestindo o kimono novamente. “Foi como voltar para casa”.

Essa é Lúcia Teixeira, hoje com 39 anos, judoca da seleção paralímpica na categoria B3 (vê com alguma definição de imagem) e medalhista de prata nos Jogos do Rio 2016. Lúcia nasceu com toxoplasmose e sempre conviveu com baixa visão, mas foi no caminho suave do judô que encontrou forças para viver seus sonhos.

Hoje ela se destaca na seleção brasileira e não precisa mais esconder sua paixão. Encontrou outras paixões para somar: se tornou mãe. Desde então tem sido mais difícil se distanciar da família para competir. Para os Jogos de Pequim chegou a ficar cinco meses longe da filha, mas durante o isolamento social tem encontrado uma chance de passar mais tempo perto da família.